Todos precisamos de alguém, por algum motivo, em todos os estágios da nossa vida, para sobrevivermos. O ser humano dificilmente sobreviveria sem a companhia de outros indivíduos da espécie. Precisa, associar-se, pois ninguém é dotado de todos os talentos, de todas as habilidades e de todas as potencialidades que garantam a satisfação de suas necessidades (materiais e espirituais) e, por extensão, sua sobrevivência. Tendo uma boa educação o ser humano pode por meio desse adquirir um passaporte para entrar em grupos e equipes na sociedade aonde vive. A ética na nossa educação pode nos transformar em cidadãos que respeite seus limites, e escolha de forma descente de utilizá-la como instrumento de trabalho. Para ajudar neste caminho este ser humano, deve primeiro se autoconhecer, para assim atingir seus objetivos de vida. Pois o autoconhecimento é o principio básico que precisamos para sequer almejar algo profissionalmente. Conseguindo se definir como pessoa este profissional poderá optar por se tornar um especialista em sua área. Que é aquele que em sua maioria, aplica todo o seu tempo, ou boa parte dele, buscando aprofundamento a fim de se tornar único e insubstituível. Ou ainda se tornar um especialista que busca cada vez mais informações de forma ampla e irrestrita, muitas vezes desprovido de critério, pois certamente em algum momento lhe será útil. E será, pode ter certeza. Termino meu texto fazendo um elogio ao professor que abrangeu esses temas que foram e ainda são de estrema importância na minha formação, tanto acadêmica como na minha vida pessoal e deixo uma critica, pois não tivemos a meu ver um tempo necessário para debates e discussão dos temas aqui enfatizados que com certeza iria me ajudar ainda mais e a meus colegas de turma.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Comportamento Organizacional
Indivíduo e sociedade
Por Pedro J. Bondaczuk
O ser humano, individualmente, é um dos animais mais frágeis e desprotegidos, no aspecto físico, entre todos os que existem na natureza. Conta é verdade, com instintos básicos, de preservação da vida, de perpetuação da espécie e outros tantos, que se desenvolvem, todavia, apenas com um par de anos após seu nascimento. Todos precisamos de alguém, por algum motivo, em todos os estágios da nossa vida, para sobrevivermos. Nossos sentidos são muito mais frágeis do que os da maioria (para não dizer, totalidade) dos animais. Um cavalo, um bezerro, um leão etc., por exemplo, conseguem ficar de pé, por seus próprios meios, alguns minutos após o nascimento. E dão os primeiros passos logo a seguir, acompanhando a mãe. E nós?Um bebê precisa de cerca de dois meses somente para se virar de lado, por seus próprios meios, no berço. E assim mesmo é preciso que se fique atento para impedir que ele sufoque. Senta-se aos quatro ou cinco meses e, só a partir daí, começa a engatinhar. Dá os primeiros e vacilantes passos, com o amparo dos pais, entre dez meses e um ano. Se nesse período fosse deixado sozinho, por sua conta e risco... Certamente não sobreviveria. Precisa ser ensinado de tudo, desde comer, a falar; desde como se livrar dos pequenos e grandes perigos, até sobre noções elementares, como o próximo, a família, a escola, a sociedade e o País. É um processo lento, vagaroso, de longo prazo, que exige completa atenção, paciência e amparo dos pais. Portanto, tem dependência absoluta de semelhantes que já se tenham desenvolvido. Mesmo depois de adulto, o ser humano dificilmente sobreviveria sem a companhia de outros indivíduos da espécie. Precisa, pois, associar-se, pois ninguém é dotado de todos os talentos, de todas as habilidades e de todas as potencialidades que garantam a satisfação de suas necessidades (materiais e espirituais) e, por extensão, sua sobrevivência. Em qualquer aspecto que se encare, quer físico, quer psicológico, quer emocional, pessoa algum sobreviveria se tivesse que se virar sozinha, só, por sua conta e risco. Santo Tomás de Aquino enquadrou os solitários (e ninguém o é por completo, frise-se) em três categorias: “excellentia naturae”, “corruptio naturae” e “mala fortuna”. No primeiro caso, estariam os que optam livremente por um retiro, pelo isolamento, pelo afastamento da sociedade para meditação, livrando-se dos desejos materiais para se dedicar às coisas do espírito. Os segundos seriam aqueles indivíduos tão corrompidos e daninhos, que precisariam ser banidos, para não ameaçar e nem prejudicar os outros. E os terceiros, seriam frutos da má sorte, com capacidade insuficiente para conquistar seu espaço no contexto social e que cairiam na indigência e, por isso, optariam (ou seriam forçados pelas circunstâncias) pelo isolamento. A vida em sociedade, no entanto (e pensamos numa que seja ideal, justa e solidária, e não na real, nesta que aí está), inibe, quando não sufoca, a individualidade. Os interesses coletivos, que teoricamente ganham prevalência, não raro se chocam com os individuais. Apesar dos grupos haverem instituído regras, preceitos e leis reguladoras, a tão apregoada (e pouco praticada) igualdade de direitos e deveres, constante em todas as Constituições do mundo, é meramente retórica e há muito não passa de utopia. Somos frutos da educação que recebemos, cujas diretrizes são determinadas pelos detentores do poder. Infelizmente, quer no lar, quer na escola, quer na sociedade, não somos educados para desenvolver e exercer plenamente nossas potencialidades, físicas, mentais e espirituais, mas meramente “adestrados” para determinadas tarefas que uma entidade abstrata, chamada Estado, nos determina. Mesmo que não venhamos a nos dar conta, somos despersonalizados. Poucos se importam com nossas sensações e emoções pessoais, com nossas carências ou necessidades, e muito menos se sentimos fome, sede, dor, saudade, alegria, tristezas, iras etc. Somos tratados como ferramentas utilitárias de produção de bens e serviços, que podem ser descartadas a qualquer momento, tão logo percam a utilidade ou reduzam a produtividade ou quando os poderosos de plantão assim decidam. Adam Smith alertou, no livro “A Riqueza das Nações”, que “nenhuma sociedade pode ser florescente e feliz se a grande maioria de seus membros for pobre ou miserável”. Poucas, todavia, pouquíssimas (diria, nenhuma), atingem esse grau de excelência. E mesmo as que conseguem se aproximar desse estágio ideal contam com imensos contingentes de miseráveis, sem lugar para morar, sem roupa adequada para se aquecer, sem alimentos fartos e nutritivos para assegurar a saúde e a força etc. Embora informalmente, os homens se dividem em castas. Há uma minoria que nada faz e tudo tem, em detrimento de uma imensa maioria, que tudo produz e, contudo, tem que se contentar com meras migalhas do produto do seu trabalho. Impera, na verdade, no mundo, a lei da selva, a do mais forte (e não necessariamente no aspecto físico). Teoricamente, ao nascermos, todos firmamos um pacto tácito, tendo por procuradores os nossos pais, em que abrimos mão de parcela de nossos direitos individuais, em favor do coletivo. Na teoria isso até que soa bem. Mas na prática... Funciona? Claro que não!Urge, caso se queira, de fato, fazer justiça (e esse suposto desejo, por enquanto, se limita só a palavras) que a maioria dos pretensos “sócios” (todos nós, sem exceção e nem distinção de sexo, raça, religião, posição social ou crença política) seja de fato e de direito, integrada à “sociedade”, e tratada como tal, conquistando cidadania plena, pois este é o único caminho real para o desenvolvimento e até para a sobrevivência do que se convencionou chamar de civilização. Pôr isso em prática, todavia, é que são elas. Será que um dia o homem conseguirá?
http://www.planetanews.com/news/2006/10403
O texto visa a meu ver muito bem que a sociedade nada é sem o indivíduo e que ela depende inteiramente dele, mas na maioria das vezes não da um suporte para uma vida digna.
Como Adam Smith alertou, no livro “A Riqueza das Nações”, que “nenhuma sociedade pode ser florescente e feliz se a grande maioria de seus membros for pobre ou miserável”. A nossa visão de sociedade não é, e nunca foi a de ajudar o próximo. Com isso como podemos cobrar desses indivíduos um comportamento digno em sociedade.
Por Pedro J. Bondaczuk
O ser humano, individualmente, é um dos animais mais frágeis e desprotegidos, no aspecto físico, entre todos os que existem na natureza. Conta é verdade, com instintos básicos, de preservação da vida, de perpetuação da espécie e outros tantos, que se desenvolvem, todavia, apenas com um par de anos após seu nascimento. Todos precisamos de alguém, por algum motivo, em todos os estágios da nossa vida, para sobrevivermos. Nossos sentidos são muito mais frágeis do que os da maioria (para não dizer, totalidade) dos animais. Um cavalo, um bezerro, um leão etc., por exemplo, conseguem ficar de pé, por seus próprios meios, alguns minutos após o nascimento. E dão os primeiros passos logo a seguir, acompanhando a mãe. E nós?Um bebê precisa de cerca de dois meses somente para se virar de lado, por seus próprios meios, no berço. E assim mesmo é preciso que se fique atento para impedir que ele sufoque. Senta-se aos quatro ou cinco meses e, só a partir daí, começa a engatinhar. Dá os primeiros e vacilantes passos, com o amparo dos pais, entre dez meses e um ano. Se nesse período fosse deixado sozinho, por sua conta e risco... Certamente não sobreviveria. Precisa ser ensinado de tudo, desde comer, a falar; desde como se livrar dos pequenos e grandes perigos, até sobre noções elementares, como o próximo, a família, a escola, a sociedade e o País. É um processo lento, vagaroso, de longo prazo, que exige completa atenção, paciência e amparo dos pais. Portanto, tem dependência absoluta de semelhantes que já se tenham desenvolvido. Mesmo depois de adulto, o ser humano dificilmente sobreviveria sem a companhia de outros indivíduos da espécie. Precisa, pois, associar-se, pois ninguém é dotado de todos os talentos, de todas as habilidades e de todas as potencialidades que garantam a satisfação de suas necessidades (materiais e espirituais) e, por extensão, sua sobrevivência. Em qualquer aspecto que se encare, quer físico, quer psicológico, quer emocional, pessoa algum sobreviveria se tivesse que se virar sozinha, só, por sua conta e risco. Santo Tomás de Aquino enquadrou os solitários (e ninguém o é por completo, frise-se) em três categorias: “excellentia naturae”, “corruptio naturae” e “mala fortuna”. No primeiro caso, estariam os que optam livremente por um retiro, pelo isolamento, pelo afastamento da sociedade para meditação, livrando-se dos desejos materiais para se dedicar às coisas do espírito. Os segundos seriam aqueles indivíduos tão corrompidos e daninhos, que precisariam ser banidos, para não ameaçar e nem prejudicar os outros. E os terceiros, seriam frutos da má sorte, com capacidade insuficiente para conquistar seu espaço no contexto social e que cairiam na indigência e, por isso, optariam (ou seriam forçados pelas circunstâncias) pelo isolamento. A vida em sociedade, no entanto (e pensamos numa que seja ideal, justa e solidária, e não na real, nesta que aí está), inibe, quando não sufoca, a individualidade. Os interesses coletivos, que teoricamente ganham prevalência, não raro se chocam com os individuais. Apesar dos grupos haverem instituído regras, preceitos e leis reguladoras, a tão apregoada (e pouco praticada) igualdade de direitos e deveres, constante em todas as Constituições do mundo, é meramente retórica e há muito não passa de utopia. Somos frutos da educação que recebemos, cujas diretrizes são determinadas pelos detentores do poder. Infelizmente, quer no lar, quer na escola, quer na sociedade, não somos educados para desenvolver e exercer plenamente nossas potencialidades, físicas, mentais e espirituais, mas meramente “adestrados” para determinadas tarefas que uma entidade abstrata, chamada Estado, nos determina. Mesmo que não venhamos a nos dar conta, somos despersonalizados. Poucos se importam com nossas sensações e emoções pessoais, com nossas carências ou necessidades, e muito menos se sentimos fome, sede, dor, saudade, alegria, tristezas, iras etc. Somos tratados como ferramentas utilitárias de produção de bens e serviços, que podem ser descartadas a qualquer momento, tão logo percam a utilidade ou reduzam a produtividade ou quando os poderosos de plantão assim decidam. Adam Smith alertou, no livro “A Riqueza das Nações”, que “nenhuma sociedade pode ser florescente e feliz se a grande maioria de seus membros for pobre ou miserável”. Poucas, todavia, pouquíssimas (diria, nenhuma), atingem esse grau de excelência. E mesmo as que conseguem se aproximar desse estágio ideal contam com imensos contingentes de miseráveis, sem lugar para morar, sem roupa adequada para se aquecer, sem alimentos fartos e nutritivos para assegurar a saúde e a força etc. Embora informalmente, os homens se dividem em castas. Há uma minoria que nada faz e tudo tem, em detrimento de uma imensa maioria, que tudo produz e, contudo, tem que se contentar com meras migalhas do produto do seu trabalho. Impera, na verdade, no mundo, a lei da selva, a do mais forte (e não necessariamente no aspecto físico). Teoricamente, ao nascermos, todos firmamos um pacto tácito, tendo por procuradores os nossos pais, em que abrimos mão de parcela de nossos direitos individuais, em favor do coletivo. Na teoria isso até que soa bem. Mas na prática... Funciona? Claro que não!Urge, caso se queira, de fato, fazer justiça (e esse suposto desejo, por enquanto, se limita só a palavras) que a maioria dos pretensos “sócios” (todos nós, sem exceção e nem distinção de sexo, raça, religião, posição social ou crença política) seja de fato e de direito, integrada à “sociedade”, e tratada como tal, conquistando cidadania plena, pois este é o único caminho real para o desenvolvimento e até para a sobrevivência do que se convencionou chamar de civilização. Pôr isso em prática, todavia, é que são elas. Será que um dia o homem conseguirá?
http://www.planetanews.com/news/2006/10403
O texto visa a meu ver muito bem que a sociedade nada é sem o indivíduo e que ela depende inteiramente dele, mas na maioria das vezes não da um suporte para uma vida digna.
Como Adam Smith alertou, no livro “A Riqueza das Nações”, que “nenhuma sociedade pode ser florescente e feliz se a grande maioria de seus membros for pobre ou miserável”. A nossa visão de sociedade não é, e nunca foi a de ajudar o próximo. Com isso como podemos cobrar desses indivíduos um comportamento digno em sociedade.
O especialista e o Generalista
Especialista ou Generalista
Eis aí uma das grandes questões e motivo de dúvidas cruciais no planejamento da carreira. O que pode me levar mais fácil ao topo de uma corporação? O que pode me garantir maior estabilidade no mercado?
Curiosamente, hoje, recebi um artigo sobre o assunto através da newsletter da CIO, dias após uma longa e calorosa discussão com um colega de trabalho sobre o assunto, cada um defendendo seu ponto de vista com argumentos lisamente discutíveis, porém com uma conclusão comum. Tudo depende de o que você quer ser quando crescer. Especialistas, em sua maioria, aplicam todo o seu tempo, ou boa parte dele, buscando aprofundamento em sua área, a fim de se tornarem únicos e insubstituíveis. Se bem aplicados esses anseios, de fato tornar-se-ão. Por outro lado, insubstituíveis, acabam gerando dificuldades na contratação de outros profissionais que ocuparão suas atividades para poderem subir no organograma corporativo. Especialistas tornam-se, facilmente, referências. Generalistas, por essência, buscam cada vez mais informações de forma ampla e irrestrita, muitas vezes desprovidos de critérios, pois certamente em algum momento lhes serão úteis. E serão, pode ter certeza. Como, em sua maioria, são portadores de média ou baixa especialização, apesar de que hoje é muito comum encontrarmos generalistas com várias especializações distintas, às vezes desconexas, podem ser mais facilmente substituídos nas empresas. Positivamente observando essa fácil substituição, entende-se que os generalistas conseguem alçar mais rapidamente altos cargos sem deixar buracos nas funções operacionais, o que pode, por outro lado, também ser analisado do ponto de vista negativo, expondo sua cadeira sem milongas. Por sua visão ampla do mercado e conhecimento de quase tudo o que lhes cercam, os integrantes dessa categoria tem muito maior desenvoltura e possibilidades de rápida ascensão, além de fácil e flexível recolocação. Depois de muitas latinhas de refrigerante, e corroborados pelo artigo na CIO, concluímos que, optar por ser generalista ou especialista depende principalmente do que sonhamos. Você quer terminar seus dias se matando como diretor de operações ou como presidente do conselho? Essa é a diferença entre optar, hoje, por ser especialista ou generalista. O mercado oferece espaço para ambos.
http://www.relacionamentodigital.com/especialista-ou-generalista
Este tema abordado tanto na aula como no texto acima pode gerar discussões infinitas, pois você pode preferir ser um especialista em sua área, e como o autor do texto escreve ser “insubstituível”. Porém uma pessoa assim pode não tem uma perspectiva de crescimento na empresa onde trabalha.
Já o generalista consegue alcançar altos cargos mais facilmente e olhando por um outro lado pode deixar seu cargo sem intrigas.
Eis aí uma das grandes questões e motivo de dúvidas cruciais no planejamento da carreira. O que pode me levar mais fácil ao topo de uma corporação? O que pode me garantir maior estabilidade no mercado?
Curiosamente, hoje, recebi um artigo sobre o assunto através da newsletter da CIO, dias após uma longa e calorosa discussão com um colega de trabalho sobre o assunto, cada um defendendo seu ponto de vista com argumentos lisamente discutíveis, porém com uma conclusão comum. Tudo depende de o que você quer ser quando crescer. Especialistas, em sua maioria, aplicam todo o seu tempo, ou boa parte dele, buscando aprofundamento em sua área, a fim de se tornarem únicos e insubstituíveis. Se bem aplicados esses anseios, de fato tornar-se-ão. Por outro lado, insubstituíveis, acabam gerando dificuldades na contratação de outros profissionais que ocuparão suas atividades para poderem subir no organograma corporativo. Especialistas tornam-se, facilmente, referências. Generalistas, por essência, buscam cada vez mais informações de forma ampla e irrestrita, muitas vezes desprovidos de critérios, pois certamente em algum momento lhes serão úteis. E serão, pode ter certeza. Como, em sua maioria, são portadores de média ou baixa especialização, apesar de que hoje é muito comum encontrarmos generalistas com várias especializações distintas, às vezes desconexas, podem ser mais facilmente substituídos nas empresas. Positivamente observando essa fácil substituição, entende-se que os generalistas conseguem alçar mais rapidamente altos cargos sem deixar buracos nas funções operacionais, o que pode, por outro lado, também ser analisado do ponto de vista negativo, expondo sua cadeira sem milongas. Por sua visão ampla do mercado e conhecimento de quase tudo o que lhes cercam, os integrantes dessa categoria tem muito maior desenvoltura e possibilidades de rápida ascensão, além de fácil e flexível recolocação. Depois de muitas latinhas de refrigerante, e corroborados pelo artigo na CIO, concluímos que, optar por ser generalista ou especialista depende principalmente do que sonhamos. Você quer terminar seus dias se matando como diretor de operações ou como presidente do conselho? Essa é a diferença entre optar, hoje, por ser especialista ou generalista. O mercado oferece espaço para ambos.
http://www.relacionamentodigital.com/especialista-ou-generalista
Este tema abordado tanto na aula como no texto acima pode gerar discussões infinitas, pois você pode preferir ser um especialista em sua área, e como o autor do texto escreve ser “insubstituível”. Porém uma pessoa assim pode não tem uma perspectiva de crescimento na empresa onde trabalha.
Já o generalista consegue alcançar altos cargos mais facilmente e olhando por um outro lado pode deixar seu cargo sem intrigas.
Educação
A ética na educação e sua importância para a formação dos alunos
Atualmente, muito se tem questionado a respeito dos currículos, principalmente pelo fato destes se voltarem para a técnica, quase que ignorando a inserção social e ética na educação. A fim de superar este tipo de problemática vêm sendo estimuladas através de estudos, encontros, palestras e outros meios, a inserção de temas que incluam a ética numa visão menos dogmática. Os primeiros cursos que incluem ética no Brasil já evidenciavam um pensamento político centralizado, com uma formação jusnaturalista e dependente de instituições como a Igreja. Hoje em dia, os cursos têm a necessidade de, simultaneamente, oferecer uma formação humanista, preparar o profissional técnico e formar assessores para os movimentos sociais, porém a ética é ensinada, mas pode não ser inserida, ou seja, o profissional pode simplesmente deixá-la de lado, trocar os valores.É a ética que irá predominar nos próximos anos, pois a cada época uma tendência se afirma, como por exemplo, primeiro veio à tecnologia, depois a qualidade total e atualmente existe uma preocupação com a humanização dos profissionais que procuram inseri-la na educação. Há uma necessidade de transformar os profissionais em seres mais comunicativos, humanizadores, integradores e neste sentido, a ética é fundamental, pois através dela é que cada um respeita os seus limites e escolhe de forma decente de utilizá-la como um instrumento de trabalho.Devido a esta importância é que pretende-se desenvolver este estudo, através de pesquisa bibliográfica e de campo, para que se possa conhecer primeiramente o que é, como se aplica a ética na educação, qual a sua importância e qual o pensamento dos professores e alunos a respeito e como as universidades preparam seus profissionais em relação à ética.Para tanto, pretende-se analisar as ementas de alguns cursos de instituições universitárias da região.
http://www.oboulo.com/a-etica-na-educacao-e-sua-importancia-para-a-formacao-37548.html
Creio que os ensinos da educação estão falhos, pois aqui no Brasil eles copiaram o modo de ensinar que deram certo em outros paises, mas esqueceram de uma variável muito importante, nossa “cultura”. Ela que é a mescla e diferente de todas as outras.
Escolhi este texto por que ele mostra que temos que aplicar a ética desde a base de nossa educação para podermos formar cidadãos que respeite seus limites, e escolha uma forma decente de utilizá-la como um instrumento de trabalho.
Atualmente, muito se tem questionado a respeito dos currículos, principalmente pelo fato destes se voltarem para a técnica, quase que ignorando a inserção social e ética na educação. A fim de superar este tipo de problemática vêm sendo estimuladas através de estudos, encontros, palestras e outros meios, a inserção de temas que incluam a ética numa visão menos dogmática. Os primeiros cursos que incluem ética no Brasil já evidenciavam um pensamento político centralizado, com uma formação jusnaturalista e dependente de instituições como a Igreja. Hoje em dia, os cursos têm a necessidade de, simultaneamente, oferecer uma formação humanista, preparar o profissional técnico e formar assessores para os movimentos sociais, porém a ética é ensinada, mas pode não ser inserida, ou seja, o profissional pode simplesmente deixá-la de lado, trocar os valores.É a ética que irá predominar nos próximos anos, pois a cada época uma tendência se afirma, como por exemplo, primeiro veio à tecnologia, depois a qualidade total e atualmente existe uma preocupação com a humanização dos profissionais que procuram inseri-la na educação. Há uma necessidade de transformar os profissionais em seres mais comunicativos, humanizadores, integradores e neste sentido, a ética é fundamental, pois através dela é que cada um respeita os seus limites e escolhe de forma decente de utilizá-la como um instrumento de trabalho.Devido a esta importância é que pretende-se desenvolver este estudo, através de pesquisa bibliográfica e de campo, para que se possa conhecer primeiramente o que é, como se aplica a ética na educação, qual a sua importância e qual o pensamento dos professores e alunos a respeito e como as universidades preparam seus profissionais em relação à ética.Para tanto, pretende-se analisar as ementas de alguns cursos de instituições universitárias da região.
http://www.oboulo.com/a-etica-na-educacao-e-sua-importancia-para-a-formacao-37548.html
Creio que os ensinos da educação estão falhos, pois aqui no Brasil eles copiaram o modo de ensinar que deram certo em outros paises, mas esqueceram de uma variável muito importante, nossa “cultura”. Ela que é a mescla e diferente de todas as outras.
Escolhi este texto por que ele mostra que temos que aplicar a ética desde a base de nossa educação para podermos formar cidadãos que respeite seus limites, e escolha uma forma decente de utilizá-la como um instrumento de trabalho.
Autoconhecimento
Autoconhecimento:
Deixei este item por último de propósito, pois é o item mais complexo da carreira. Autoconhecimento é o que nós adquirimos naturalmente ao longo da vida profissional. Ao longo dos anos, percebemos que nossos interesses estão mudando. Quando somos jovens queremos ter uma determinada profissão. Depois descobrimos que não era bem isso... E vamos à luta em um novo caminho. Só que quanto mais você anda, mais tempo você irá perder se decidir mudar da BR101 para a BR116. Porém somente com um bom autoconhecimento é que pode-se enxergar um caminho adequado ao seu perfil. É a definição correta do objetivo. É a capacidade de fazer um bom planejamento. É a persistência em atingir o objetivo. É tudo! Autoconhecimento é o princípio básico que precisamos para sequer começar a almejar algo profissionalmente. É o que realmente levamos dessa vida profissional. E antes de traçar a direção, saber para onde ir, é preciso descobrir o que realmente o faz feliz. Quando o profissional possui um bom autoconhecimento, a simples escolha profissional é a primeira etapa para se chegar ao sucesso naturalmente. Pois, caso contrário, viverá insatisfeito com seu trabalho ou, o pior, quando o corpo demonstra esta insatisfação com problemas de saúde. Sem prazer, alguma coisa estoura em algum lugar... Se algo desagrada, é preciso parar e procurar entender. Não se deve ver a insatisfação como algo irrelevante ou natural. Agora, este tal de autoconhecimento é algo fácil de encontrar? Pois é... Se fosse fácil, ninguém teria nenhum problema, todos trabalhariam em sua área, com prazer e alegria. Mas a coisa não é bem assim. Temos que lembrar que existem técnicas para buscar o autoconhecimento, mas que não vou detalhar aqui. Porém algo que eu considero muito importante para a pessoa descobrir o seu dom natural, o seu prazer de viver e tentar utilizar isso como um fator influente na sua carreira profissional, é a simples ação de se entregar. Se entregar às brincadeiras, ter tempo para si, viajar, passear com a família, fugir da rotina, namorar, ler livros agradáveis e ver filmes bons. A simples entrega a vivências novas irá ajudá-lo bastante a se conhecer melhor. E depois, faça disso sua melhor opção.
Edson Tex Teixeira
publicado em 30/05/2007
http://www.partes.com.br/emrhede/tex/carreirasecaminhos.asp
O tema abordado, Autoconhecimento esta tendo um papel fundamental na minha formação, pois foi com ele que comecei a traçar minha carreira e a me descobrir profissionalmente.
Penso que este tema foi muito bem abordado na sala de aula pelo professor, pois um bom gestor deve primeiro se autoconhecer para atingir seu objetivo de vida. Como foi dito pelo autor no texto que escolhi, “Autoconhecimento é o princípio básico que precisamos para sequer começar a almejar algo profissionalmente”.
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